o Quem Faz Suas Roupas cresceu e não cabe mais nessa caixinha!

2016 foi o ano que entendi que precisava me preocupar com a origem do que consumia.

2017 foi quando entendi que precisava trocar as informações que descobria com mais pessoas. 

2018 foi quando descobri que o buraco é mais embaixo e que as discussões precisam ser mais profundas. Que consumir é um ato político diário e vai muito além de saber quem faz ou do que se faz suas roupas. É saber sobre a origem e o impacto de absolutamente tudo que consumimos e entender a consequência disso para o mundo. Foi, também, quando passei a me interessar (ainda mais) por política e por sistemas econômicos. Foi o ano em que eu perdi o medo de falar que sou feminista (hoje sinto um puta orgulho disso). E também quando decidi parar de comer carne (seguimos na luta). 

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