o Quem Faz Suas Roupas cresceu e não cabe mais nessa caixinha!

2016 foi o ano que entendi que precisava me preocupar com a origem do que consumia.

2017 foi quando entendi que precisava trocar as informações que descobria com mais pessoas. 

2018 foi quando descobri que o buraco é mais embaixo e que as discussões precisam ser mais profundas. Que consumir é um ato político diário e vai muito além de saber quem faz ou do que se faz suas roupas. É saber sobre a origem e o impacto de absolutamente tudo que consumimos e entender a consequência disso para o mundo. Foi, também, quando passei a me interessar (ainda mais) por política e por sistemas econômicos. Foi o ano em que eu perdi o medo de falar que sou feminista (hoje sinto um puta orgulho disso). E também quando decidi parar de comer carne (seguimos na luta). 

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MARCAS SLOW FASHION x POSICIONAMENTO POLÍTICO: É coerente misturar trabalho e ideais?

Admito que nos últimos dias tem sido difícil escrever por aqui. No meu rascunho tenho dois textos: um falando sobre a real importância de consumir orgânicos e outro sobre o processo de exportação de uma marca super do bem com produção brasileira. A verdade é que eu acho que está todo mundo tão tenso e revoltado que sinto que ninguém vai dar muita bola para esses outros temas, sabe? Então resolvi conversar com vocês sobre algo que senti surgir lá no Instagram durante as últimas semanas e trouxe o questionamento pra cá também.

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